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Café do Serginho Meirelles

R$38,00R$110,00

Fora de estoque

250g
500g (2x250g)
1kg
Grãos
Moído

REGIÃO

Aricanduva/MG – Chapada de Minas

PROPRIEDADE

Fazenda Alvorada

PRODUTOR

Sérgio Meirelles Filho

VARIEDADE

Catiguá MG2

COLHEITA

Maquinada

PROCESSO

Lavado

SECAGEM

Terreiro de Concreto

ALTITUDE

1050m

SAFRA

Julho/2020

VALOR DA SACA

R$ 1.500,00

SUGESTÃO DE PREPARO Filtrados

SENSORIAL No aroma encontramos frutas amarelas, rapadura e um leve herbal bem agradável. Na xícara temos notas bem críticas, puxando para casca de limão, um leve herbal e finalização de melado de cana e caramelo. O corpo deste café é bem cremoso e sua acidez é cítrica e bem presente. A finalização é marcante e bastante prolongada.

CURIOSIDADES A torra deste café é focada em ressaltar bem o seu potencial de acidez. De todas os cafés que torramos, este é o que a torra tem a menor temperatura final. Além disso,  é o terceiro Catiguá-MG2 que temos esta safra. Essa variedade tem sido uma das nossas queridinhas por aqui, apresentando na maioria das vezes um sensorial mais exótico.

Na década de 60, o fazendeiro Sergio Meirelles foi com a família para o estado do Paraná administrar uma fazenda de café. Pouco tempo depois da sua chegada uma geada forte atingiu a região, causando um grande dano para sua lavoura. Isso fez com que a família voltasse para sua terra natal, São Gonçalo do Sapucaí, onde voltaram a investir na cafeicultura. Sergio Meirelles Filho, seguindo os passos do pai, forma-se Engenheiro Agrônomo para dar continuidade ao trabalho da família e seguir sua grande paixão, a cafeicultura. Mais uma vez a sorte esteve contra a família, mais uma geada acabou com a lavoura de café, desta vez no Sul de Minas Gerais.

Na década de 80, jovem e recém formado, o filho sai em busca de novas oportunidades e acompanha alguns amigos de Machado – MG na aquisição de terras para plantio de café no nordeste de Minas, na região de Capelinha. Os cafeicultores foram atraídos por um clima livre de geadas e um solo adequado para plantio de café, essa migração deu início a um trabalho pioneiro de cafeicultura na região, trazendo recursos e empresas para a cidade, que passou a ser chamada de “A cidade do café”. Foi nessa época que a fazenda Alvorada é adquirida pela família.

Hoje a fazenda é referência na produção de cafés especiais, contando com uma mão de obra preparada e colheita mecanizada. Além disso, a fazenda vem investindo em pesquisa e desenvolvimento de novas variedade de café em uma parceria com a Epamig (Empresa de pesquisa agropecuária de Minas Gerais), um trabalho que vem rendendo frutos no estudo da cafeicultura. Além disso a fazenda adotou a escola rural da região, incentivando a cultura local com peças teatrais, materiais escolares e computadores, e chegou a construir uma sala nova para atender a um número maior de alunos.

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